sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Vômito


Diga, agora o momento – degrada
Inventa, droga e veneno - corrompe
As promessas e as palavras retorcem- exalam
Lá dentro - silêncio

Espera dormente – e mente?
Tímida, vaga, nula – burra
Inala , esquece, indaga, indaga e indaga.
Caralho , nunca se cala?
Avalia e desmente
- e do ônibus lotado ouve-se uma pergunta sufocada – Qual o seu nome?
Lucas G.

2 comentários:

Li disse...

Eu não entendi, mas achei bonito

e sei que você não vai gostar desse comentário

mas se essa é que é a beleza da arte!

L.G disse...

Não se explica a arte!
Amei o cometário, como resposta digo apenas que foi um evento inusitado a alguém que tanto precisava!
Bj